terça-feira, 7 de maio de 2013
Cantinho da leitura-Professora Osinéia Edington e o 5º ano
Refletindo um pouco
O CURRÍCULO DOS URUBUS
Rubem Alves
“O Rei Leão, nobre cavalheiro, resolveu certa vez que nenhum dos seus súbditos haveria de morrer na ignorância. Que bem maior que a educação poderia existir? Convocou o urubu, impecavelmente trajado em sua beca doutoral, companheiro de preferências e de churrascos, para assumir a responsabilidade de organizar e redigir a cruzada do saber. Que os bichos precisavam de educação, não havia dúvidas. O problema primeiro era o que ensinar.
Questão de currículos: estabelecer as coisas sobre as quais os mestres iriam falar e os discípulos iriam aprender. Parece que havia acordo entre os participantes do grupo de trabalho, todos urubus, é claro: os pensamentos dos urubus eram os mais verdadeiros; o andar dos urubus era o mais elegante; as preferências de nariz e de língua dos urubus eram as mais adequadas para uma saúde perfeita; a cor dos urubus era a mais tranquilizante; o canto dos urubus era o mais bonito. Em suma: o que é bom para os urubus é bom para o resto dos bichos.
E assim se organizaram os currículos, com todo o rigor e precisão que as ultimas conquistas da didáctica e da psicologia da aprendizagem podiam merecer. Elaboraram-se sistemas sofisticados de avaliação para teste de aprendizagem. Os futuros mestres foram informados da importância do diálogo para que o ensino fosse mais eficaz e chegavam mesmo, uma vez por outra, a citar Martin Buber. Isto tudo sem falar na parafernália tecnológica que se importou do exterior: máquinas sofisticadas, que podiam repetir as aulas à vontade para os mais burrinhos, e fascinantes circuitos de televisão.
Ah! Que beleza! Tudo aquilo dava uma deliciosa impressão de progresso e eficiência e os repórteres não se cansavam de fotografar as luzinhas piscantes das máquinas que haveriam de produzir saber, como uma linha de montagem produz um automóvel. Questão de organização, questão de técnica. Não poderia haver falhas. Começaram as aulas, de clareza mediana. Todo o mundo entendia. Só que o corpo rejeitava….
E assim as coisas se desenrolaram, de fracasso em fracasso, a despeito dos métodos cada vez mais científicos e das estatísticas que subiam. E todos comentavam, sem entender: A educação vai muito mal…”
Disponível em http://blogdaformacao.wordpress.com/2007/02/22/a-educacao-vai-muito-mal-2/
sexta-feira, 8 de março de 2013
A beleza da mulher
A beleza de uma mulher não está
nas roupas que ela usa,
na imagem que ela carrega,
ou na maneira que ela penteia os cabelos.
A beleza da mulher tem que ser vista a partir dos seus olhos,
porque essa é a porta para o seu coração,
o lugar onde o amor reside.
A beleza da mulher não está nas marcas do seu rosto.
Mas a verdadeira beleza numa mulher está refletida na sua alma,
está no cuidado que ela amorosamente tem (pelos outros),
a paixão que ela demonstra.
E a beleza de uma mulher com o passar dos anos, apenas cresce!
Parabéns para você mulher, nesse seu Dia Internacional da Mulher!
na imagem que ela carrega,
ou na maneira que ela penteia os cabelos.
A beleza da mulher tem que ser vista a partir dos seus olhos,
porque essa é a porta para o seu coração,
o lugar onde o amor reside.
A beleza da mulher não está nas marcas do seu rosto.
Mas a verdadeira beleza numa mulher está refletida na sua alma,
está no cuidado que ela amorosamente tem (pelos outros),
a paixão que ela demonstra.
E a beleza de uma mulher com o passar dos anos, apenas cresce!
Parabéns para você mulher, nesse seu Dia Internacional da Mulher!
Com muito carinho,
Equipe Getúlio Vargas
sábado, 9 de fevereiro de 2013
Atividade para o 1º dia de aula
Olá amigas e amigos!!!
Encontrei este texto e achei muito bom para trabalhar com
nossos alunos nos primeiros dias, pois fala dos desejos de um ano de sucesso,
de como vencer as barreiras da vida e dai podemos explorar as regras de
convivência, resgatando valores morais.Pensei em alunos do 4º e 5º ano.
Seguem também atividades de interpretação. APROVEITEM.
ESTE ANO SERÁ UM SUCESSO SE...
Este ano será um sucesso se...
houver um sorriso de otimismo,
um sonho de beleza em seu coração
e
poesia nas pequenas coisas: na
simplicidade da flor,
na inocência das crianças, no
silêncio interior,
na amizade, no momento presente,
na oportunidade de ser bom, ser
amigo e compreensivo;
sensível ao sofrimento alheio,
grato ao passado que lhe
proporcionou experiências para o futuro.
Este ano será um sucesso se...
você for franco sem ferir,
tiver fé em si, no próximo e em
Deus e,
acima de tudo, expressar o que
pensa do outro
com uma palavra de carinho, de
apoio,
de reconhecimento, de bondade e
encorajamento.
Este ano será um sucesso se...
você souber vencer a preguiça, o
orgulho,
a indiferença ao sofredor, a
tentação da riqueza, da intriga e da inveja,
da intolerância ao ignorante, ao
que tem idéias diferentes das suas,
ao menos inteligente, ao egoísta,
ao mesquinho.
Este ano será um sucesso se...
você socorrer a quem precisa, aconselhando-o,
estendendo-lhe a mão, dando-lhe
ajuda no momento certo,
economizando bens materiais,
esbanjando amor e solidariedade,
entendendo a criança e o idoso,
o adulto que não teve infância e
aquele que não sabe amar.
Este ano será um sucesso se...
você der um “bom dia” de coração
e
enfrentar com esportividade as
desventuras, semear a paz e o amor,
vibrar com a felicidade alheia,
com a beleza do sol acordando o dia,
com a gota de orvalho na flor.
Este ano será um sucesso se...
você valorizar cada vitória e o
mundo de oportunidades
que se abrirem diante de você e,
começar cada dia com Deus!
Se você for sensível a tudo isso,
então este ano será um sucesso
para você e
para os que viverem ao seu redor!
INTERPRETAÇÃO DO TEXTO
Pense no texto, no ano que inicia
e responda:
1) O que você fará para que seu
ano e o das pessoas que o rodeiam no colégio, na família e amigos seja um
sucesso? R:
2) Para você, que atitudes e
sentimentos podem fazer com que o ano não seja um sucesso?R:
3) Explique a segunda estrofe do
texto com suas palavras
No texto diz que “este ano será
um sucesso se você enfrentar com esportividade as desventuras...” O que será
que o autor quer dizer com esta expressão? R:
4) Na sua opinião, é possível
vivenciar todas estas atitudes descritas no texto, no dia-a-dia? Justifique. R:
5) Procure no dicionário o
significado das seguintes palavras:
•Intriga:
• Intolerância:
• Mesquinhez:
•Solidariedade:
Agora, escreva frases com estas
palavras. R:
6) Faça uma ilustração sobre o
texto.
sábado, 19 de janeiro de 2013
Equipe gestora-1º encontro 17/01/2013
Equipe gestora :
- Carine Tomé-Diretora
- Rosângela Lacerda-Vice-diretora
- Cláudia Assis-Coordenadora
Deus, Pai de bondade, criador de todas as coisasSantificador de todas as criaturas:
Suplicamos a tua benção e proteção
sobre este local de trabalho.
Que a graça do teu Espírito Santo habite entre nós
dentro destas paredes,
Para que não haja contenda nem desunião.
Afasta deste lugar toda inveja,
e que teus anjos acampem ao nosso redor,
e somente a paz e a prosperidade habitem este lugar.
Concede
aos que aqui trabalham e frequentam,
um coração justo e generoso, para que o dom da partilha
aconteça e as tuas bênçãos sejam abundantes.
Dá saúde aos que retiram deste lugar o sustento da família,
para que possam sempre cantar louvores a Ti.
um coração justo e generoso, para que o dom da partilha
aconteça e as tuas bênçãos sejam abundantes.
Dá saúde aos que retiram deste lugar o sustento da família,
para que possam sempre cantar louvores a Ti.
Em
nome de Jesus Cristo, Nosso Senhor,
pedimos e agradecemos, agora e sempre.
pedimos e agradecemos, agora e sempre.
Amém.
quinta-feira, 17 de janeiro de 2013
Recadastramento dos servidores municipais
Prefeitura de Valença RECADASTRA todos os servidores
Todos os servidores públicos municipais efetivos e comissionados da Prefeitura de Valença precisam realizar a atualização de seus dados cadastrais.
O recadastramento, instituído pelo decreto 006/2013, teve início nesta terça-feira, 15 de janeiro de 2013 e termina no próximo dia 15 de fevereiro.
A ação se faz necessária para que a Secretaria de Administração da cidade possa aumentar a eficácia da remessa de informações ao Sistema de Acompanhamento de Pagamento de Pessoal (SAPPE), vinculado ao Sistema Integrado de Gestão e Auditoria (SIGA), do Tribunal de Contas dos Municípios (TCM).
Os servidores deverão efetuar o seu recadastramento junto ao Departamento Municipal de Gestão de Pessoas, localizado na Prefeitura Municipal, na Travessa General Labatut s/n – Centro, durante o horário de expediente.
Os Servidores lotados na Secretaria de Educação deverão dirigir-se à escola na qual prestaram serviço no ano passado.
Servidores em desvio de função ou cedidos a outros órgãos ou entidades e demais servidores, deverão fazer a atualização cadastral na sua Secretaria de origem.
No ato do recadastramento, os Servidores deverão apresentar cópia e original da Carteira de Identidade, comprovante de endereço, Certidão de Nascimento ou Casamento, Comprovante de Grau de Escolaridade, CPF, Carteira de Trabalho, Certificado de Reservista (apenas servidor do sexo masculino), Carteira de Habilitação (apenas motoristas), Certidão de Nascimento dos Filhos, Foto 3x4 e comprovante de matrícula dos filhos (com idade entre 6 e 14 anos).
Os servidores que deixarem de se recadastrar, ficarão sujeitos a: retirada do nome da folha de pagamento, advertência e suspensão ou até mesmo demissão, nos termos da lei, por abandono de cargo.
Os servidores da educação deverão se recadastrar na escola em que estão lotados.
Um forte abraço,
Carine Tomé
Todos os servidores públicos municipais efetivos e comissionados da Prefeitura de Valença precisam realizar a atualização de seus dados cadastrais.
O recadastramento, instituído pelo decreto 006/2013, teve início nesta terça-feira, 15 de janeiro de 2013 e termina no próximo dia 15 de fevereiro.
A ação se faz necessária para que a Secretaria de Administração da cidade possa aumentar a eficácia da remessa de informações ao Sistema de Acompanhamento de Pagamento de Pessoal (SAPPE), vinculado ao Sistema Integrado de Gestão e Auditoria (SIGA), do Tribunal de Contas dos Municípios (TCM).
Os servidores deverão efetuar o seu recadastramento junto ao Departamento Municipal de Gestão de Pessoas, localizado na Prefeitura Municipal, na Travessa General Labatut s/n – Centro, durante o horário de expediente.
Os Servidores lotados na Secretaria de Educação deverão dirigir-se à escola na qual prestaram serviço no ano passado.
Servidores em desvio de função ou cedidos a outros órgãos ou entidades e demais servidores, deverão fazer a atualização cadastral na sua Secretaria de origem.
No ato do recadastramento, os Servidores deverão apresentar cópia e original da Carteira de Identidade, comprovante de endereço, Certidão de Nascimento ou Casamento, Comprovante de Grau de Escolaridade, CPF, Carteira de Trabalho, Certificado de Reservista (apenas servidor do sexo masculino), Carteira de Habilitação (apenas motoristas), Certidão de Nascimento dos Filhos, Foto 3x4 e comprovante de matrícula dos filhos (com idade entre 6 e 14 anos).
Os servidores que deixarem de se recadastrar, ficarão sujeitos a: retirada do nome da folha de pagamento, advertência e suspensão ou até mesmo demissão, nos termos da lei, por abandono de cargo.
Os servidores da educação deverão se recadastrar na escola em que estão lotados.
Um forte abraço,
Carine Tomé
sábado, 12 de janeiro de 2013
Preparando para voltar às aulas
O que eles já sabem?
Verificar o que os alunos conhecem sobre os conteúdos é importante para você planejar atividades e fazer com que todos avancem
Cida Oliveira (novaescola@atleitor.com.br)
NOÇÕES PRÉVIAS Os alunos têm idéias sobre quase tudo o que a escola aborda antes da intervenção pedagógica. Foto: Alexandre Battibugli
A) Entra na classe e discorre sobre ele.
B) Apenas pergunta quem já ouviu falar a respeito do tema.
C) Na roda de conversa, quer saber o que cada um conhece sobre o assunto.
D) Sugere uma atividade em que os alunos possam colocar em jogo informações e procedimentos que dominam?
Quanto à primeira atitude, há pouco a comentar: não existe aprendizado sem sentido ou sem relação com a realidade do estudante e espera-se que a prática de lançar conteúdos descontextualizados esteja cada vez menos presente na escola. O problema está em B e C. Muitos professores se dão por satisfeitos em apresentar uma questão, receber um sim ou um não como resposta - ou até ouvir algum comentário das crianças mais falantes - e iniciar a aula conforme o planejado.
Nada disso, porém, pode ser considerado uma abordagem diagnóstica. Fazer perguntas sobre o assunto e conversar na roda são práticas importantes, porém insuficientes para esse objetivo. A avaliação inicial, em qualquer série ou disciplina, deve colocar o aluno em contato direto com o conteúdo a ser ensinado, dando oportunidade de ele mobilizar e usar seus conhecimentos. Portanto, a resposta certa ao teste é a alternativa D.
José Antonio Castorina, da Faculdade de Psicologia da Universidade de Buenos Aires, afirma que, antes mesmo da intervenção educativa, as crianças têm idéias prévias sobre quase todos os temas que a escola aborda. O educador precisa conhecê-las para não ensinar o que elas sabem e não fazer propostas além do que são capazes de compreender. É importante ter em mente que o seu papel é ajudar a construir idéias mais profundas e próximas dos objetivos escolares.
A melhor maneira de fazer uma avaliação inicial, portanto, é propor uma situação-problema, como fez a professora Marjorie Regina de Sousa, da EMEF Leandro Klein, em São Caetano do Sul, na Grande São Paulo. Para dar continuidade a questões do campo aditivo, em Matemática, ela elaborou um enunciado envolvendo a comparação de medidas e pediu que cada aluno procurasse a solução ao fazer registros no caderno. Ciente do nível de conhecimento da turma sobre os procedimentos para resolver esse tipo de questão, ela elaborou estratégias para continuar o processo de ensino e aprendizagem. Havia atividades tanto para os que não conseguiram propor um caminho para a resolução como para os que já ensaiavam a conta armada.
Propostas coerentes
Para Denise Tonello, coordenadora pedagógica do Colégio Miguel de Cervantes, em São Paulo, a atividade inicial deve ser sempre relacionada ao projeto que será desenvolvido - se o objetivo é ensinar campo aditivo, proponha um problema que envolva adição e/ou subtração (leia um exemplo no quadro ao lado). Caso seja hora de trabalhar a pontuação, peça que os estudantes produzam um texto, observe os sinais que eles utilizam - e com que critério - e quais ainda não aparecem. Para aprimorar o desenho dos garotos, sugira que cada um faça o seu e detecte se é preciso dar atividades para estimular a criatividade ou outro ponto que você perceba ser deficiente.
Ao analisar as produções da turma, você conhecerá o significado daquele conteúdo para a criança e como ela o representa e vai compreender a lógica infantil por trás das tarefas propostas. A heterogeneidade de conhecimentos presentes na classe ficará evidente, dando bases seguras para a elaboração de estratégias de ensino e o acompanhamento da evolução individual e coletiva.
Avaliação inicial - Campo aditivo
OBJETIVOS Analisar e conhecer os procedimentos utilizados pelos alunos para resolver problemas que envolvam relações entre duas medidas (comparação).
Adequar o desafio das propostas subseqüentes.
Formar agrupamentos produtivos.
Fazer as intervenções necessárias, considerando os conhecimentos e as dificuldades presentes na classe.
ANOS 2º e 3º.
TEMPO ESTIMADO Duas aulas.
OBJETIVOS Analisar e conhecer os procedimentos utilizados pelos alunos para resolver problemas que envolvam relações entre duas medidas (comparação).
Adequar o desafio das propostas subseqüentes.
Formar agrupamentos produtivos.
Fazer as intervenções necessárias, considerando os conhecimentos e as dificuldades presentes na classe.
ANOS 2º e 3º.
TEMPO ESTIMADO Duas aulas.
DESENVOLVIMENTO
1ª ETAPAProponha um problema que envolva a relação entre duas medidas. Exemplo: "Carla tem 27 figurinhas e Rafaela tem 18. Quantas figurinhas Carla tem a mais do que Rafaela?" Dessa forma, os alunos entrarão em contato com uma situação mais complexa do que juntar ou agregar quantidades. Cada criança deve tentar chegar sozinha à resposta.
2ª ETAPAFaça uma tabela de duas entradas, relacionando os procedimentos com o número de alunos que utilizou cada um deles. Você encontrará estudantes que: não têm nenhuma estratégia para começar a resolver a questão; desenham os conjuntos e somam suas unidades; desenham os conjuntos separadamente e fazem a comparação; utilizam a sobrecontagem (contagem partindo do número menor até chegar ao maior); e usam a subtração convencional. Essas informações mostrarão o que eles sabem sobre esse tipo de problema e vão ajudá-lo a planejar atividades para que avancem na aprendizagem.
3ª ETAPADiscuta com eles os procedimentos válidos. Deixe claro que, apesar de alguns terem somado as quantidades de figurinhas corretamente, essa resposta não corresponde à proposta. Para os que não adotaram nenhuma estratégia, elabore problemas semelhantes envolvendo números menores e faça com que eles trabalhem em dupla com colegas que utilizam desenhos. Esses também podem se juntar aos que utilizam a sobrecontagem. Os que realizam cálculos convencionais devem ajudar esses últimos e também serem desafiados com questões que envolvam números maiores (para dificultar a contagem) e redondos (para utilizar recursos de cálculo já conhecidos).
AVALIAÇÃOProponha outros problemas do mesmo tipo e monte um diagnóstico parecido com o primeiro. Observe se as crianças que não se valiam de nenhum procedimento começaram a usar uma das estratégias. Se a dúvida ainda persistir para algum aluno, sente-se ao lado dele e tente identificar onde está a dificuldade. Alguns podem precisar reconstituir a questão. Para esses, ofereça material que ajude na representação, como as próprias figurinhas e outros objetos que possam ser manipulados.
CONSULTORIA Priscila Monteiro, coordenadora do Projeto Matemática É D+, da Fundação Victor Civita
1ª ETAPAProponha um problema que envolva a relação entre duas medidas. Exemplo: "Carla tem 27 figurinhas e Rafaela tem 18. Quantas figurinhas Carla tem a mais do que Rafaela?" Dessa forma, os alunos entrarão em contato com uma situação mais complexa do que juntar ou agregar quantidades. Cada criança deve tentar chegar sozinha à resposta.
2ª ETAPAFaça uma tabela de duas entradas, relacionando os procedimentos com o número de alunos que utilizou cada um deles. Você encontrará estudantes que: não têm nenhuma estratégia para começar a resolver a questão; desenham os conjuntos e somam suas unidades; desenham os conjuntos separadamente e fazem a comparação; utilizam a sobrecontagem (contagem partindo do número menor até chegar ao maior); e usam a subtração convencional. Essas informações mostrarão o que eles sabem sobre esse tipo de problema e vão ajudá-lo a planejar atividades para que avancem na aprendizagem.
3ª ETAPADiscuta com eles os procedimentos válidos. Deixe claro que, apesar de alguns terem somado as quantidades de figurinhas corretamente, essa resposta não corresponde à proposta. Para os que não adotaram nenhuma estratégia, elabore problemas semelhantes envolvendo números menores e faça com que eles trabalhem em dupla com colegas que utilizam desenhos. Esses também podem se juntar aos que utilizam a sobrecontagem. Os que realizam cálculos convencionais devem ajudar esses últimos e também serem desafiados com questões que envolvam números maiores (para dificultar a contagem) e redondos (para utilizar recursos de cálculo já conhecidos).
AVALIAÇÃOProponha outros problemas do mesmo tipo e monte um diagnóstico parecido com o primeiro. Observe se as crianças que não se valiam de nenhum procedimento começaram a usar uma das estratégias. Se a dúvida ainda persistir para algum aluno, sente-se ao lado dele e tente identificar onde está a dificuldade. Alguns podem precisar reconstituir a questão. Para esses, ofereça material que ajude na representação, como as próprias figurinhas e outros objetos que possam ser manipulados.
CONSULTORIA Priscila Monteiro, coordenadora do Projeto Matemática É D+, da Fundação Victor Civita
Quer saber mais?
CONTATOS
EMEF Leandro Klein, R. Prestes Maia, 100, 09572-690, São Caetano do Sul, SP, tel. (11) 4232-0567 Priscila Monteiro, pbm@terra.com.br
BIBLIOGRAFIA
BIBLIOGRAFIA
Avaliação Escolar: Mitos e Realidades, Michel Barlow, 174 págs., Ed. Artmed, tel. 0800-703-3444, 39 reais
Avaliação: da Excelência à Regulação das Aprendizagens, Philippe Perrenoud, 184 págs., Ed. Artmed, 46 reais
Avaliação: da Excelência à Regulação das Aprendizagens, Philippe Perrenoud, 184 págs., Ed. Artmed, 46 reais
sexta-feira, 11 de janeiro de 2013
Atividades de volta às aulas-2013 1º ano
PROJETO VOLTA AS AULAS
PROJETO VOLTA ÀS AULAS
Fevereiro é o mês da volta às aulas. E são mistos de sentimentos que entram em uma escola com alunos, professores, pais e profissionais que nela trabalham: alegria, ansiedade, tédio, medo, felicidade, amizade, amor, prazer. é papel do professor lidar com essas emoções. Mas como?
São diversos cuidados que se deve ter para recepcionar os alunos: a apresentação do professor, recepção dos novos alunos, apresentação da escola e dos colegas, aulas de adaptação etc. Mas será que preparar o ambiente também é importante? Segundo a pedagoga especialista em Educação Infantil, alfabetização e na construção do raciocínio, Gilda Rizzo, é importante manter o espaço de atividades arrumado e limpo, assim como propiciar algumas mudanças na escola ou na inclusão de novidades .E que tal fazer algumas montagens para receber de forma alegre e carinhosa os alunos no novo ano que se inicia? As profissionais do Atêlie Maria Flor ensinaram duas atividades simples, para que o professor possa fazer e enfeitar a sala de aula, mas que têm um significado grande para os pequeninos que recebem: acolhimento.CONFECCIONAR COM AS CRIANÇAS UM JARDIM ....COLOCAR O NOME DELES NO MEIO DA FLOR ....
Fevereiro é o mês da volta às aulas. E são mistos de sentimentos que entram em uma escola com alunos, professores, pais e profissionais que nela trabalham: alegria, ansiedade, tédio, medo, felicidade, amizade, amor, prazer. é papel do professor lidar com essas emoções. Mas como?
São diversos cuidados que se deve ter para recepcionar os alunos: a apresentação do professor, recepção dos novos alunos, apresentação da escola e dos colegas, aulas de adaptação etc. Mas será que preparar o ambiente também é importante? Segundo a pedagoga especialista em Educação Infantil, alfabetização e na construção do raciocínio, Gilda Rizzo, é importante manter o espaço de atividades arrumado e limpo, assim como propiciar algumas mudanças na escola ou na inclusão de novidades .E que tal fazer algumas montagens para receber de forma alegre e carinhosa os alunos no novo ano que se inicia? As profissionais do Atêlie Maria Flor ensinaram duas atividades simples, para que o professor possa fazer e enfeitar a sala de aula, mas que têm um significado grande para os pequeninos que recebem: acolhimento.CONFECCIONAR COM AS CRIANÇAS UM JARDIM ....COLOCAR O NOME DELES NO MEIO DA FLOR ....
SUGESTÃO DE UM PLANEJAMENTO SEMANAL PARA DIAS INICIAIS
OBJETIVOS- Desenvolver o prazer pela vinda à escola conduzindo às crianças nesta nova etapa, com atividades pedagógicas e recreativas que atendam o processo de retorno às aulas e que estimule o seu interesse, participação e sua socialização.
-Conhecer a escola como um ambiente onde todos têm algo a oferecer; - Despertar o gosto pela escola e pela freqüência às aulas. - Desenvolver atividades que permitam às crianças conhecerem e interagirem entre si, professores e funcionários.
- Familiarizar a criança ao espaço escolar e sua rotina.- Estimular que a criança sinta-se a vontade para manifestar suas emoções e necessidades.-Refletir sobre a importância de ser responsável e ter compromisso, firmando metas e regras para o ano letivo que se inicia.
Desenvolvimento:
Desenvolvimento:
2ª FEIRA
|
3ª FEIRA
|
4ª FEIRA
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5 ª FEIRA
|
6 ª FEIRA
|
Acolhida, rodinha
• Apresentação da professora e dos alunos • Rotina: chamada, hora da leitura, calendário, tempo • Meu nome é... Atividade com crachá (cada um acha o seu) • Reconhecendo os espaços da escola • Contando os meninos e meninas • Atividade com música:
• Lembrancinha: cartão bis
|
Acolhida, rodinha
• Rotina: chamada, hora da leitura, calendário, tempo • Atividade com nome • Dinâmica das regrinhas • Atividade matemática - idade • Atividade das férias • Brincadeira: Corrente • Lembrancinha: viseira
(SUGESTÃO )
|
Acolhida, rodinha
• Rotina: chamada, hora da leitura, calendário, tempo • Dinâmica: como é meu colega. • Dinâmica do crachá: formar agrupamentos (letra inicial, final, quantidade de letras,), comparar os nomes. • Inicio da sondagem do desenvolvimento da escrita. • Música: gente tem sobrenome. Trabalhar o nome completo. • Tratamento de informação: gráfico meninas e meninos • Brincadeira: barra manteiga • Lembrancinha: pirulito redondo |
Acolhida, rodinha
• Rotina: chamada, hora da leitura, calendário, tempo • Dinâmica: o que vamos usar • Auto-retrato • Brincadeiras • Lembrancinha: borboleta pirulito |
Acolhida, rodinha
• Rotina: chamada, hora da leitura, calendário, tempo • Atividades de sondagem matemática • Dinâmica da casa • Leitura: • Brincadeira: boliche, amarelinha • Lembrancinha: lápis |
sábado, 5 de janeiro de 2013
Atividade Escola de Gestores da UFBA
Gestão democrática - um desafio a ser
superado
Carine Tomé O. de Sousa
Ouvimos
falar em gestão democrática a muito
tempo ,existe muito material sobre o assunto e é lei. A LDB, em seus artigos 14
e 15, apresentam as seguintes determinações, sobre à gestão democrática:
Art.
14 – Os sistemas de ensino definirão as normas da gestão democrática do ensino
público na educação básica, de acordo com as suas peculiaridades e conforme os
seguintes princípios:
I.
Participação dos profissionais da educação na elaboração do projeto pedagógico
da escola;
II.
Participação das comunidades escolar e local em conselhos escolares ou equivalentes.
Art.
15 – Os sistemas de ensino assegurarão às unidades escolares públicas de
educação básica que os integram progressivos graus de autonomia pedagógica e
administrativa e de gestão financeira, observadas as normas de direito
financeiro público. Nada tão difícil de ser realizado ,mas que por algum motivo demora muito para
sair do papel.Em
relação ao aspecto administrativo, a conquista da autonomia da escola passa
pela descentralização das decisões. De acordo com Paro (2001, p.57), “A descentralização do
poder se dá na medida em que se possibilita cada vez mais aos destinatários do
serviço público sua participação efetiva, por si ou por seus representantes,
nas tomadas de decisão”.
No dicionário a definição
de administração é ação de administrar, de dirigir os negócios públicos ou
privados .Tendo como sinônimo a palavra gestão.Entende-se que não há uma boa
gestão sem uma boa administração.Uma gestão que consiga descentralizar o poder
,tomando decisões em conjunto com comunidade escolar e local,incentivando a
eleição para diretores,construindo o Projeto Pedagógico com participação,
efetiva, de todos- tudo isso em prol da universalização de uma educação de qualidade.
Para
que isso ocorra faz-se necessário um novo olhar para educação ,comecemos
olhando para a nossa cidade –uma cidade onde ainda não há eleições para
diretores nas escolas públicas municipais,embora seja válido ressaltar que
muito tem sido feito para a capacitação de gestores ,como cursos de formação e
capacitações.Com esses cursos esperasse que os gestores tenham um novo olhar
para a gestão educacional e consigam compreender que uma gestão escolar
democrática é bom para todos.
A construção da democracia na prática da escola é uma tarefa árdua, necessita a
aplicação dos mecanismos que a torne viável, com a consciência de que eles
por si só não serão capazes de executá-la. É preciso uma mudança de pensamento
na maneira de entender e distribuir o poder na escola.
Referências
Brasil. Lei n. 9.394, de 20 de
dezembro de 1996. Diretrizes e Bases para Educação Nacional.
Dicionário
online de português,disponível em http://www.dicio.com.br
PARO, V.H. Escritos sobre educação. São
Paulo: Xamã. 2001.
Avaliação institucional-por uma educação democrática
1. JUSTIFICATIVA
Desde os primórdios
da educação percebemos a necessidade de uma avaliação institucional processual,
uma vez que avaliar é preciso devido à importância desta como norteadora na
construção e efetivação do projeto pedagógico da escola, para isso, é preciso
construir um processo participativo e reflexivo. É necessário acreditar na
utopia educacional que move a nossa prática cotidiana e nos leva a participar
da construção de uma sociedade fundamentada na justiça social. A educação é um
instrumento social, político-econômico; não para produzir, de forma isolada, a
mudança social, mas para que os sujeitos sociais sejam inseridos no processo de
mudança.
Nessa concepção de
educação, parte-se do princípio de que todos podem aprender conceitos e
habilidade relevantes, ensinados com base em processos e experiências
adequados.
A escola pode
tornar-se um lugar de vivências de prazer, de cultura e de ciência, onde a
ética e a justiça norteiem as ações, tornando-se um dos instrumentos de
superação da dominação social, econômica e cultural.
A avaliação é, nessa
perspectiva, mais que apenas um debate técnico: implica um debate ético e
político sobre os meios e os fins da educação. É um instrumento poderoso no
processo de reconstrução da educação brasileira em especial da educação
pública, a qual se responsabiliza pela formação da maioria da população e pelo
desenvolvimento da ciência e da tecnologia no país.
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